Obras e artistas - Não-objetos e arte cinética
Para a aula do dia 22/09, nos dividimos em grupos para pesquisar sobre obras e artistas de não-objetos e arte cinética, com o intuito de nos ajudar no entendimento desses tipos de artes, ampliar nosso repertório e levar pauta de discussão para a aula. Meu grupo pesquisou os seguintes artistas:
Não-objetos:
Lygia Clark - Objetos Sensoriais
É uma série de obras onde a artista propõe a transferência do “poder” da obra para as o observador, como se as obras passassem a precisar do próprio corpo do indivíduo que a está observando para acontecer, o tornando parte dela e fazendo com que ela mude, não tendo sua forma e sentido “presos”. São consideradas não-objetos por não serem objetos concretos, fixos e com funções definidas, as obras variam completamente a depender de como são vistas e utilizadas pelos observadores e pelo mais importante das obras não serem elas em si ou o material, mas a relação, a interação e a experiência que ela gera.
Entre as diversas obras da série temos:
O Não-objeto “O peso do ar” rompe com a ideia de algo fechado, estático e com um único sentido. Esse trabalho pensado para a Carbono vem de uma série que a artista chama de "Derretidas" onde ela busca amolecer o aço e marcar o gesto que sempre esteve presente no seu trabalho, buscando repetir diversas vezes como uma coreografia deixando sua originalidade no projeto. O interessante sobre o não objeto é que mesmo havendo diversas curvas, o mesmo não possui começo, meio e fim.
Arte Cinética:
O Grivo
Seus trabalhos abrangem trilhas para artistas de diversas mídias, concertos, instalações e performances, com perspectivas de improvisação e utilização de equipamentos eletrônicos em áudio e vídeo.
A interseção entre as informações visuais e sonoras é o lugar onde se constroem conceitos como textura, organização espacial, sobreposição, perspectiva, densidade, velocidade, repetição e fragmentação
A proposta de um estado de curiosidade contemplativa e as relações dos sons com o espaço são as ideias principais que conformam os trabalhos do grupo. O apelo visual de suas instalações, faz com que a dupla seja reconhecida pela qualidade plástica, e não apenas sonora, de suas criações, a partir da exposição Antarctica artes com a Folha (1996).







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