Registros acadêmicos do Ateliê Integrado de Arquitetura de uma aluna de Arquitetura e Urbanismo da UFMG
Não-objeto espacial na Praça dos Fundadores - Parque Municipal
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
Meu grupo formado desde a atividade em Inhotim escolheu um local no Parque Municipal Américo Renné Giannetti e, então, iniciou o processo para a criação de um não-objeto espacial, visando criar possibilidades não apenas de interação com os próprios materiais mas, também, das pessoas entre si e com o ambiente.
Nossa primeira decisão foi de que nosso não-objeto deveria ser colorido, para contrastar com o local escolhido que tem apenas cores neutras, e que deveria ter formato circular ou de arcos, de modo também a contrastar com o local que é composto inteiramente por linhas retas. Após isso, pensamos em alguns materiais que poderíamos utilizar e desenhamos esboços de algumas ideias iniciais.
Fizemos alguns encontros e, posteriormente à algumas orientações dos professores, decidimos que iríamos usar como material principal os bambolês e as molas, formando arcos e formas geométricas na praça escolhida afim de possibilitar diferentes interações, como o encaixe e o desencaixe, ações com os próprios bambolês e molas e incentivando a locomoção pelo espaço.
Iniciamos os testes com os bambolês e demais materiais para descobrir as melhores formas de utilizá-los no nosso não-objeto. Vou deixar aqui algumas fotos desse processo:
Desenhos feitos no dia dos testes pensando em novas possibilidades e soluções de alguns problemas encontrados
E, por fim, após todos os testes e orientações, finalizamos nosso não-objeto, o apresentando em dois dias, sendo o primeiro para a banca formada pelos professores e o museólogo convidado Carlos Almeida, além do restante da nossa turma, e o segundo dia apenas para interações com o público do parque. Nos dois dias fizemos alguns registros de como ficou o não-objeto finalizado e das interações que ocorreram:
Após o fichamento da Teoria do não-objeto de Ferreira Gullar iniciamos um processo de criação de nossos próprios não-objetos. Primeiro, criamos em grupo (o meu foi formado por mim, Carolina Novaes, Maria Eduarda, Maria Fernanda e Cecília Resende) uma ideia inicial de "não-objeto mãe", que seria nossa referência no restante das atividades. A ideia inicial do meu grupo foi a de criar sensações diferentes com o tato, utilizando texturas, além de aguçar a curiosidade, colocando essas texturas e coisas diferentes dentro de um espaço que o observador não conseguisse ver, apenas utilizar o tato para tentar identificar. Pensamos também em criar uma forma que não fosse figurativa e que pudesse, de alguma forma, ser modificada pelo observador / participante. Não-objeto mãe do meu grupo, nossa ideia inicial Após essa etapa, utilizamos nossas ideia para criar diretrizes que seriam seguidas pelas participantes do grupo para criar nossos não-objetos individuais. As nossas foram: O não-ob...
Meu grupo: Jhennefy Santos (eu), Carolina Novaes, Maria Eduarda e André Lucas Seguindo o processo do último post, definimos como seria o nosso pavilhão. Como materiais, optamos por usar arcos de Madeira Laminada Colada (MLC), trazendo uma boa estrutura e harmonia com o ambiente, os módulos redondos seriam de PEAD (Polietileno de Alta Densidade) e, por fim, decidimos acrescentar coberturas de Telas Sannet, garantindo passagem de luz mas mantendo proteção contra sol e chuva leve. Para o nome do pavilhão optamos por Elos, fazendo uma referência a um dos pontos principais do nosso pavilhão, que é a conectividade entre todas as estruturas. Ademais, o nome traz uma boa sensação, tendo um tom sentimental em seu significado, sensação de leveza que se assemelha ao que queremos proporcionar com o ambiente. E ntão, posteriormente, passamos para o passo de criar a modelagem 3d e o restante dos conteúdos exigidos no Zine para a entrega final. Nosso pavilhão no SketchUp Cenas do pavilhão...
Comentários
Postar um comentário