Registros acadêmicos do Ateliê Integrado de Arquitetura de uma aluna de Arquitetura e Urbanismo da UFMG
Não-objeto espacial na Praça dos Fundadores - Parque Municipal
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Meu grupo formado desde a atividade em Inhotim escolheu um local no Parque Municipal Américo Renné Giannetti e, então, iniciou o processo para a criação de um não-objeto espacial, visando criar possibilidades não apenas de interação com os próprios materiais mas, também, das pessoas entre si e com o ambiente.
Nossa primeira decisão foi de que nosso não-objeto deveria ser colorido, para contrastar com o local escolhido que tem apenas cores neutras, e que deveria ter formato circular ou de arcos, de modo também a contrastar com o local que é composto inteiramente por linhas retas. Após isso, pensamos em alguns materiais que poderíamos utilizar e desenhamos esboços de algumas ideias iniciais.
Fizemos alguns encontros e, posteriormente à algumas orientações dos professores, decidimos que iríamos usar como material principal os bambolês e as molas, formando arcos e formas geométricas na praça escolhida afim de possibilitar diferentes interações, como o encaixe e o desencaixe, ações com os próprios bambolês e molas e incentivando a locomoção pelo espaço.
Iniciamos os testes com os bambolês e demais materiais para descobrir as melhores formas de utilizá-los no nosso não-objeto. Vou deixar aqui algumas fotos desse processo:
Desenhos feitos no dia dos testes pensando em novas possibilidades e soluções de alguns problemas encontrados
E, por fim, após todos os testes e orientações, finalizamos nosso não-objeto, o apresentando em dois dias, sendo o primeiro para a banca formada pelos professores e o museólogo convidado Carlos Almeida, além do restante da nossa turma, e o segundo dia apenas para interações com o público do parque. Nos dois dias fizemos alguns registros de como ficou o não-objeto finalizado e das interações que ocorreram:
Em aula, fizemos o exercício de coletar objetos pela ead, sendo pessoais ou não, e utilizá-los para formar composições em um fundo neutro, passando o foco do trabalho final para as formas dos objetos e não para sua função em si. Tentei mesclar objetos meus com alguns encontrados pela escola, e fui montando a composição seguindo, de alguma forma, alguma lógica de "harmonia" e de seguir um certo grid. Esses foram os resultados das minhas composições:
Oi! Meu nome é Jhennefy Santos Fernandes, tenho 23 anos e sou natural de Diamantina - MG, porém já me mudei bastante. O lugar em que passei mais tempo na minha vida - até agora - foi em Barueri - SP, onde morei dos 3 aos 15 anos, e o último em que morei antes de vir para BH foi Gouveia - MG, uma cidadezinha minúscula pertinho de Diamantina. Estou morando em Belo Horizonte há pouco mais de 2 anos, vim pra cá em 2023 para iniciar o curso de Arquitetura e Urbanismo na UFMG, porém tive alguns problemas e não pude me matricular, o que atrasou um pouquinho o início da minha jornada na arquitetura mas não me desanimou, e agora estou aqui. Antes de vir eu estudei Nutrição na UFVJM em Diamantina, mas tranquei o curso no quarto período pois já sabia perfeitamente qual área eu queria seguir na minha vida e, spoiler, não era na saúde. Eu soube que queria cursar Arquitetura desde os meus 14 anos, quando estava no nono ano do ensino fundamental prestes a iniciar meu ensino médio no Instituto Té...
Desenho de um objeto mecânico feito em casa através da observação. Essa atividade, bem como as semelhantes realizadas anteriormente em sala, contribuem muito para estimular nossa percepção e, também, para nos fazer perder o medo de desenhar, mostrando como traços leves e soltos bem pensados através do nosso olhar, aos poucos inserindo detalhes e traços finais podem gerar um belo trabalho.
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