Não-objeto espacial na Praça dos Fundadores - Parque Municipal

Meu grupo formado desde a atividade em Inhotim escolheu um local no Parque Municipal Américo Renné Giannetti e, então, iniciou o processo para a criação de um não-objeto espacial, visando criar possibilidades não apenas de interação com os próprios materiais mas, também, das pessoas entre si e com o ambiente. 

Nossa primeira decisão foi de que nosso não-objeto deveria ser colorido, para contrastar com o local escolhido que tem apenas cores neutras, e que deveria ter formato circular ou de arcos, de modo também a contrastar com o local que é composto inteiramente por linhas retas. Após isso, pensamos em alguns materiais que poderíamos utilizar e desenhamos esboços de algumas ideias iniciais.

 
 

 

  

Fizemos alguns encontros e, posteriormente à algumas orientações dos professores, decidimos que iríamos usar como material principal os bambolês e as molas, formando arcos e formas geométricas na praça escolhida afim de possibilitar diferentes interações, como o encaixe e o desencaixe, ações com os próprios bambolês e molas e incentivando a locomoção pelo espaço.

Iniciamos os testes com os bambolês e demais materiais para descobrir as melhores formas de utilizá-los no nosso não-objeto. Vou deixar aqui algumas fotos desse processo:







Desenhos feitos no dia dos testes pensando em novas possibilidades e soluções de alguns problemas encontrados

E, por fim, após todos os testes e orientações, finalizamos nosso não-objeto, o apresentando em dois dias, sendo o primeiro para a banca formada pelos professores e o museólogo convidado Carlos Almeida, além do restante da nossa turma, e o segundo dia apenas para interações com o público do parque. Nos dois dias fizemos alguns registros de como ficou o não-objeto finalizado e das interações que ocorreram:





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