Não-objeto
Após o fichamento da Teoria do não-objeto de Ferreira Gullar iniciamos um processo de criação de nossos próprios não-objetos. Primeiro, criamos em grupo (o meu foi formado por mim, Carolina Novaes, Maria Eduarda, Maria Fernanda e Cecília Resende) uma ideia inicial de "não-objeto mãe", que seria nossa referência no restante das atividades.
A ideia inicial do meu grupo foi a de criar sensações diferentes com o tato, utilizando texturas, além de aguçar a curiosidade, colocando essas texturas e coisas diferentes dentro de um espaço que o observador não conseguisse ver, apenas utilizar o tato para tentar identificar. Pensamos também em criar uma forma que não fosse figurativa e que pudesse, de alguma forma, ser modificada pelo observador / participante.
- O não-objeto deveria conter diferentes texturas em um espaço que o observador poderia colocar as mãos;
- O não-objeto deveria ser formado por formas geométricas;
- O não-objeto deveria utilizar ímãs, velcros ou algum tipo de dobradura que possibilitasse que o observador conseguisse mudar as formas da estrutura;
- Lixa de obra;
- Algodão;
- Barbante;
- Tecido;
- Algodão;
- Lego;
- Copos descartáveis;
- Cerdas de pincel;
- Conchas;
- Bolinhas pequenas (de pulseiras antigas);

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