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Mostrando postagens de setembro, 2025

Desenhos de perspectiva da EAD

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Aprendemos em aula acerca de desenhos de perspectiva, e nos pediram pra fazer dois desenhos da EAD, um interno e um externo, sendo o interno com um ponto de fuga e o externo com dois. Foi uma atividade interessante, um tipo de desenhos que não tenho o costume de fazer, mas que vai ser muito útil daqui pra frente, com certeza.  Por ser minha primeira vez fazendo esse tipo de desenho tive um pouco de dificuldade, mas gostei bastante do resultado no final. Desenho de um corredor interno da EAD, utilizando um ponto de fuga Desenho da área externa da EAD, utilizando dois pontos de fuga

Desenho isométrico

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Fizemos em aula, no dia 24/09, um desenho isométrico, iniciando com um paralelepípedo e, posteriormente, o modificando, tirando algumas partes e adicionando novas. Foi uma atividade interessante para melhorar minha percepção de perspectiva, de quais faces conseguiria ver ou não após as modificações. No fim, uma nova forma surgiu e eu gostei do resultado.

Desenho de observação - Cadeira da EAD

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Foi solicitado, para a aula do dia 22/09, que fizéssemos um desenho de alguma das cadeiras da EAD, utilizando técnicas de proporção que aprendemos em aula. A técnica de utilizar uma caneta e o polegar para ter noção de proporção foi muito útil e algo que passei a utilizar em outros desenhos no meu cotidiano. Para a atividade, escolhi desenhar uma cadeira que fica na biblioteca da EAD. 

Obras e artistas - Não-objetos e arte cinética

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Para a aula do dia 22/09, nos dividimos em grupos para pesquisar sobre obras e artistas de não-objetos e arte cinética, com o intuito de nos ajudar no entendimento desses tipos de artes, ampliar nosso repertório e levar pauta de discussão para a aula. Meu grupo pesquisou os seguintes artistas: Não-objetos: Lygia Clark - Objetos Sensoriais É uma série de obras onde a artista propõe a transferência do “poder” da obra para as o observador, como se as obras passassem a precisar do próprio corpo do indivíduo que a está observando para acontecer, o tornando parte dela e fazendo com que ela mude, não tendo sua forma e sentido “presos”. São consideradas não-objetos por não serem objetos concretos, fixos e com funções definidas, as obras variam completamente a depender de como são vistas e utilizadas pelos observadores e pelo mais importante das obras não serem elas em si ou o material, mas a relação, a interação e a experiência que ela gera. Entre as diversas obras da série temos: Diálogo de Ó...

Fichamento - Teoria do não-objeto

    O texto de Ferreira Gullar, escrito em 1977, inicia nos introduzindo o que seria um não-objeto. A princípio, qualquer pessoa sem conhecimento na pauta pensaria que se trataria de algo "contra objetos" mas, na verdade, se trata de objetos em si que tem por intenções gerar experiências, sem necessidade de uma representação, ele mesmo se representaria.      Em dado momento da história, o conceito de arte e de objeto passam a se mesclar quando alguns artistas passam a ver a realidade e objetos "normais" como arte e a arte como objetos, como o exemplo de enxergar os quadros apenas como uma tela em branco com tintas dispostas, o que se trata apenas de objetos comuns e, ao mesmo tempo, de arte. Brincar com as molduras e com as "barreiras" entre o real e a o mundo das artes, como se fossem coisas distintas, passando a enxergar tudo como um só com a possibilidade de gerar experiências trouxe para muitos artistas um novo mundo de possibilidades.     De certa...

Zine experimental abstrato

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Após algumas alterações na primeira versão, assim ficou o resultado final do meu Zine, em versão digital: E assim ficou ele impresso e montado: Para esse projeto, utilizei trabalhos anteriores meus, como minhas cenas do SketchUp, fotos com luz e sombra e desenhos feitos em aula e em casa.

Zine em aula + 1ª versão

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Em aula nos foi passada a atividade de fazer uma espécie de origami, o Mockup Zine, que é uma espécie de livro pequeno que se abre e pode ser lido/visto de várias formas. No nosso caso, deveríamos utilizar nossos trabalhos anteriores para a diagramação do nosso Zine, porém de forma abstrata. Primeiro, fizemos as dobraduras e um rascunho inicial de como iríamos dispor nossas imagens: Em uma primeira tentativa de fazer o meu, esse foi o resultado: Essa é a parte de trás, uma espécie de pôster, ela não aparece quando o Zine está dobrado na forma de livro

Colagem digital abstrata

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  Em aula, iniciamos uma colagem digital abstrata no Photopea em dupla. Como foi meu primeiro contato com o programa, não consegui fazer muita coisa, mas foi boa a experiência de descobrir e ir mexendo no software. Em casa, realizamos outra colagem, individual desta vez. Utilizei recortes de atividades anteriores dos meus colegas de classe, pois foi solicitado na colagem feita em aula e eu gostei da ideia.

Desenhos de observação - em aula II

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   Os desenhos acima foram feitos em aula com a proposta de fazermos traços mais soltos, sem muita pretensão. Desenhamos uns aos outros, com prazo de 1 minuto para cada desenho, foi uma atividade desafiadora porém muito divertida. Na mesma aula nos foi proposto a atividade de desenhar três objetos sem tirar o lápis da folha e esses foram os meus resultados A última atividade do dia foi desenhar, em 5 minutos, algum cenário caótico encontrado pela ead com o máximo de detalhes possível. Apesar de não ter conseguido colocar todos os detalhes que queria a tempo, eu gostei do meu resultado final

Fichamento: "Animação Cultural" de Vilém Flusser

     O texto lido aborda, sob a ótica em que o eu lírico é uma mesa redonda, a grande questão dos objetos serem tão desvalorizados e inferiorizados pelos humanos quando, na realidade, eles são de suma importância para as nossas vidas. No cenário apresentado, os objetos tomam consciência de como se tornaram essenciais no mundo e, portanto, dos direitos e até do poder que deveriam ter. Dentro desse contexto, surge o questionamento se realmente faz sentido a humanidade exercer tamanho poder sobre os objetos e tratar como se eles tivessem a única função de nos servir, ou se não seria a humanidade que serviria aos objetos.       Desde o início da nossa espécie, a evolução humana e, posteriormente, evolução cultural e tecnológica, só foram possíveis graças à objetos. As primeiras ferramentas criadas a partir de ossos foram de enorme importância para nossa evolução e, avançando para os dias atuais, tudo ao nosso redor ainda gira em torno de objetos. Tudo que...

Desenhos de observação - em casa II

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A proposta dessa atividade foi de desenharmos objetos do cotidiano, utilizando a observação e sem utilizar borracha, como nas atividades anteriores (esse último detalhe confesso que não foi especificado pelos professores, porém, gostei da proposta nas outras atividades e resolvi mantê-la por hora). 

Composições abstratas com objetos

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Em aula, fizemos o exercício de coletar objetos pela ead, sendo pessoais ou não, e utilizá-los para formar composições em um fundo neutro, passando o foco do trabalho final para as formas dos objetos e não para sua função em si. Tentei mesclar objetos meus com alguns encontrados pela escola, e fui montando a composição seguindo, de alguma forma, alguma lógica de "harmonia" e de seguir um certo grid.  Esses foram os resultados das minhas composições:

Cenas no SketchUp

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 Essa foi a nossa primeira atividade no SketchUp e foi o meu primeiro contato com o programa. Nos foi proposto iniciar com um cubo e ir, aos poucos, utilizando ferramentas para criar novas partes e formas a partir dele. Achei interessante conhecer as ferramentas sem uma intenção específica, a liberdade de fazer algo abstrato é uma boa sensação e instiga a curiosidade. No final, gostei dos meus resultados.